quarta-feira, 20 de abril de 2011

Senador Magno Malta considera nocivo legalização do plantio de maconha


  
O senador Magno Malta considerou um afronta às milhares de famílias brasileiras, que sofrem com o problema da maconha  
O debate em defesa da liberação do plantio já aflora no congresso Nacional e encontra barreiras éticas defendidas pelo senador Magno Malta (PR/ES)

Na contramão do que prega a presidenta Dilma Rousseff, o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), defende a liberação do plantio de maconha e a criação de cooperativas formadas por usuários. Mas a voz oficial contra a legalização da maconha no Brasil, do senador magno malta em alto e forte tom tem argumentos para desqualificar a pretensão de quem faz apologia ao uso da maconha. 
Em recente debate sobre o assunto, o deputado Paulo Teixeira escorregou e disse que a política de "cerco" às drogas é "perversa" e gera mais violência. “Dilma assumiu o governo incluindo entre suas prioridades o combate "sem tréguas ao crime organizado e às drogas”. Sem medo, lembrou o senador Magno Malta, indicado porta voz pela Campanha Nacional Contra a Legalização da Maconha no Brasil.

O senador Magno Malta considerou um afronta às milhares de famílias brasileiras, que sofrem com este problema, principalmente a declaração do deputado Teixeira que o governo deveria autorizar a criação de cooperativas para o plantio e a distribuição da maconha. "O melhor modelo é o da Espanha: cooperativas de usuários, onde se produz para o consumo dos próprios usuários, sem fins lucrativos", afirmou o petista, defensor da maconha, que abre uma brecha para a legalização de diversas drogas que matam a alma dos jovens”, reforçou Magno Malta.

Durante a semana, Magno Malta tem sido assediado pela imprensa nacional para contrapor aos defensores a legalização do plantio da cannabis sativa para fins questionáveis. “Não vou ficar calado, tenho compromisso com a minha consciência e já travo esta luta há mais de 30 anos. Já sentir a dor de muitas mães com filhos presos e mortos por causa do tráfico de maconha. Cada lágrima de uma mãe é uma dor no meu coração’, comparou Magno Malta.

O objetivo pacifico do senador do Espírito Santo é comprovar a todos que os aspectos negativos para usuário, sociedade, família, saúde e segurança são muito maiores que as positivas e que não vale a pena legalizar a maconha. Os pontos principais da campanha são informações sobre os riscos psicológicos, motores, neurológicos, e psiquiátricos.

Mais uma vez, Magno Malta usou o conhecimento cientifico para justificar que “a maconha empobrece os neurônios, além de causar problemas de memória, surtos psicóticos, paranóia, câncer e outros prejuízos”. Magno Malta tem recebido menção de apoio de diversas entidades médicas e terapêuticas nesta luta que ameaça a estabilidade da família.

Magno Malta já apresentou também um projeto para criar o chamado Orçamento de Fronteira, que visa equipar com alta tecnologia toda extensão da divisa do Brasil com países considerados fornecedores de maconha e outras drogas. “Se no Brasil o plantio ainda é proibido, de onde vem toda esta maconha que invade as cidades brasileiras?” questiona Malta.
 
 
Fonte: Assessoria de Imprensa
              

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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Magno Malta é convidado para ser a voz contra a legalização da maconha no país

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Senador Magno Malta (PR/ES) foi indicado pela Campanha Contra a Legalização da Maconha, presidida pelo deputado federal Fernando Franscischini (PSDB/PR)

Para quem conhece a história de vida do senador Magno Malta, travar mais uma luta contra as drogas não é nenhuma novidade. A psicóloga especializada em Traumas Mentais, ativista no combate a legalização da Cannabais Sativa no Brasil, Mariza Lobo, esteve em Brasília, com o único objetivo: convidar Malta para ser a voz oficial contra a maconha.  
"Vamos provar a todos que os aspectos negativos para usuário, sociedade, família, saúde e segurança são muito maiores que as positivas e que não vale a pena legalizar a maconha. Os pontos principais da campanha são informações sobre os riscos psicológicos, motores, neurológicos, e psiquiátricos", diz Marisa.

Com esta argumentação verdadeira, Magno Malta, prontamente, aceitou ser o representante da Campanha no Senado Federal. “A maconha empobrece os neurônios, além de causar problemas de memória, surtos psicóticos, paranóia, câncer e outros prejuízos. As pessoas que querem legalizar a maconha são os próprios usuários, pois um ex-viciado que já passou por um tratamento e pela experiência, jamais será a favor, sabe como é o sofrimento individual, familiar que envolve o uso da maconha e é isso que vamos mostrar a população", disse o senador, reforçando a própria tese da psicóloga Mariza Lobo.

Para o presidente do Movimento, deputado Franscischini, ex-delegado da Polícia Federal, “vamos provar a todos que os aspectos negativos para usuário, sociedade, família, saúde e segurança são muito maiores que as positivas e que não vale a pena legalizar a maconha. Os pontos principais da campanha são informações sobre os riscos psicológicos, motores, neurológicos, e psiquiátricos”.

Magno Malta vai continuar arregaçando as manga contra  “erva do diabo” que tem desestruturado milhares de lares. “Esta é a minha bandeira. Sou homem de luta e de causas, há 30 anos tiro drogados das ruas. Esta é a minha maior missão, defender os jovens, a família e combater este mal, venha de onde vier. Quem quiser legalizar a maconha vai ter que argumentar comigo aqui no plenário do Senado”, frisou Magno Malta.

Fonte: Assessoria de Imprensa                                  
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