terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Ato público Contra a legalização da Maconha

         Ato público contra a legalização da maconha

 

Dia 24 de março

Local: Escadaria da Universidade Federal do  Paraná -em Curitiba
Horário: ás 10 horas manhã

Precisamos da presença de toda a comissão  amigos dos amigos, é apenas para mostrarmos a sociedade e a imprensa que existimos oficialmente.
A secretaria anti drogas , vai avisar a imprensa , más quem puder avisar também por favor a vontade.

Estamos solicitando para este dia :
  1. Grupos de teatro , dança , som , temos uma  caixa com microfone   vamos levar.
Se alguém  puder nos ajudar entre em contato.
  1. Cada um faz suas Faixas ,
  2. Temos que ter alguns com mensagens  mesmo que feitos a mão
  3. Camisetas , podemos fazer camisetas se todos puderem comprar pelo menos a sua  já fazemos um barulho, quem puder e quiser as camisetas  mande e-mail para maconhanao@gmail.com. Vamos encomendar .

  1. Podemos conseguir patrocínio para as camisetas ,Valor R$ 12 reais , quem tiver mais baratos favor avisar



Se esqueci de alguma coisa por favor , nos lembra
Grata
Marisa Lobo
Coordenadora da comissão

Quero participar da campanha , o que posso fazer ? como devo proceder


Juventude Feliz é Juventude sem Drogas ,
MACONHA DESTROI SUA FELICIDADE.

 Princípios que  devemos seguir  para bom andamento da  Comissão  Contra a Legalização da Maconha
1-  Todos tem o direito de enviar artigos para serem publicados no blog, enviem com foto e assinatura, Porém todo artigo passará pelo crivo da Comissão técnica .antes da publicação.


2-  Todos os pastores e padres podem escrever artigos  colocando a questão da legalização porque a igreja é contra , o que a bíblia diz a respeito de drogas, por que a igreja é contra utilizando argumentos biblicos que  comprovem com a parte científica o que defendemos .


3-    Colocar os artigos que estão no blog maconhanao.blogspot.com ,em todos os recurso que tiverem nas redes sociais  vamos espalhar .


4-     Todos  deverão espalhar  a logo da campanha com link no blog, entre amigos sites, facebock, twitter, Orkut , Youtube, onde tivermos acesso.


5-     Não devemos nos prender a curitiba devemos alcançar todos os amigos em qualquer lugar do Brasil. A idéia é correr a notícia que existe uma  comissão formada e que precisamos de ajuda, e ajudamos tecnicamente quem precisar de ajuda .

6-     Idéias são muito bem vindas  e devem ser  encaminhar para  e-mail   maconhanao@gmail.com.


7-     Reuniões  consultar a agenda da comissão técnica é importante ter uma técnico da comissão  para explicar a parte Psicológica, Médica, Saúde Publica, Segurança Pública, o lado social , Psiquiátrico  dos malefícios que a  maconha  causa .


8-     A comissão deverá buscar apoio de empresários, igreja, escola ,qualquer pessoa que possa nos ajudar a fazer , cartazes, panfletos , em troca oferecer colocação da logomarca da empresa , e ou do ministério e igreja , a intenção é divulgar o nome de empresários e ou pessoas que estão contra a Legalização.


9-     O material  a ser confeccionado será enviado por e-mail, a arte terá espaço para apoiadores ,somente esse material será oficial da campanha , e deverá ser respeitado , pois somente assim poderemos ter uma identidade visual única,, para o bom andamento da campanha


10- Devemos  repassar o abaixo assinado e tentar conseguir o maior numero de assinaturas possível.


11- Todas as idéias são bem vindas , precisamos de ajuda em idéias sem custos .


12- Para fazer parte da campanha é somente colocar o logo em seu site e ou rede social qualquer com link do blog, e enviar seus comentários contra argumentando a campanha da legalização, como depoimentos de ex viciado em maconha ,  familiares .


13-  Qualquer empresa , igreja, ong, comunidade,e ou afins, podem e devem fazer suas campanhas, apenas devem comunicar a comissão, para divulgarmos em nossa rede social, em contra partida os eventos devem divulgar nosso blog e rede sociais oficiais para fortalecer o movimento.

14- Temos um canal o youtube onde colocaremos vídeos contra a maconha, depoimentos, matérias afins , precisamos de toda ajuda possível enviem links e vídeos, ou façam vídeo com depoimentos, de ex viciado em maconha, família, provas vivas de que a maconha faz  mal, e fez a desgraça de tal pessoa e família por exemplo, depoimentos de pessoas que se livraram da maconha,e dando mensagem de motivação para jovens , adultos e crianças para não usarem maconha. A intenção e ter um número grande de depoimentos e vídeos , para fortalecer nosso movimento.

Quer participar ? peça a logo e arte dos materiais por e-mail, replique e faça seus eventos, Porém sempre envie antes para publicarmos e divulgarmos, é necessários unir forças, com ordem , e conhecimento., leia os artigos  do nosso blog, compartilhe em sua rede social , informe sobre os malefícios das drogas nunca com fanatismo , apenas com amor e conhecimento. queremos nossos jovens saudáveis sem drogas felizes


NOSSO E-MAIL   maconhanao@gmail.com

Grata

Psicóloga Marisa Lobo

Coordenadora da Comissão

Conheça a "Comissão Oficial da Campanha contra legalização da Maconha"

Comissão Oficial Contra a Legalização da Maconha.

Presidente : Dr.Franchischinini Deputado Federal  e Delegado  Federal
Coordenação  Geral da Campanha Marisa Lobo Psicóloga , Especialista em Dependência Química e Saúde Mental, palestrante Nacional a 13 anos
Porta Voz Nacional Senador Magno Malta
1ª Secretária :  Silvane Fahah, Psicóloga Clínica,especialista em adolescência,palestrante

Departamento Técnico  de ações de enfrentamento:
1-      Guilherme  Psicólogo especialista em dependência química e Presidente Comped-
2-      Marisa Lobo Psicóloga especialista em dependência química e Saúde Mental
3-      João Chimiloveki, Psicólogo, palestrante
4-      Silvane Fahah, Psicóloga Clínica,especialista em adolescência,
5-      Marcos Pinheiro- Presidente da Compacta
6-      Frei Chico Presidente Do Fórum anti Drogas
7-      José Augusto Soavinski Coordenador Nacional Sul II de Prevenção Contra as Drogas da Pastoral da Sobriedade - CNBB e Vice Pres do Comped /Ctba
8-      Gesiel Antônio de Oliveira, Pastor da Igreja Assembléia de Deus de Curitiba , Diretor Anti-Drogas de Colombo,PR

Departamento Jovem
1-      Jeferson Adriano Westphal- Comunidade terapeutica amivi Eduardo Ferraz ,representante da FENASP e o Movimento Jovem Consciente.
2-       
3-      André Marques de Carvalho, Pastor auxiliar da Igreja Bola de Neve em Curitiba.
4-      Gillyard Ferraz  – Jocúm
5-      Padre Reginaldo Manzotti – Ministério Evangelizar Igreja Católica
6-      Thiago Ferro – Radio Sara Brasil
7-      Pr Betoven- Diretor da Casa de Recuperação Manain
8-      Pr Cristiano Diretor da Casa de  Recuperação Casa de Davi 

9-     Departamento de Comunicação e divulgação  ( Toda a comissão é responsável  )
1-      Padre Reginaldo Manzotti
2-      Thiago Ferro diretor da Rádio Sara Brasil
3-      Luiz Menezes -Portal Radio Gospel On line
4-      Pr Alberto -Evangelho eterno -
5-      Dorgival Lima Pereira ,representando o Presidente da Convenção das Igrejas Batista.
6-      Francisco Costa Filho, representando a Igreja São Paulo Apóstolo e ACIVR (Associação Comercial e Industrial do Uberaba e região).
7-      Jofran Rodrigo ferreira Alves

Departamento de ação social :
1-      Ubiratam da Silva - Diretor da Repas –Rede evangélica de ação social
2-      Juliana Rimanski Nogueira Godoi -Assistente Social
3-      Suelen Finau dos Santos - Assistente Social-    
4-      Clarice folgaça – assistente social e comunicadora
5-     

Departamento Cristão
Evangélico
1-      Pr Flavio Sauerbronn- Presidente do Núcleo de Comunhão Pastoral
2-      Pr Jerson Presidente da Aliança  brasileira de  Pastores
3-      Pr Alberto -Igreja Evangelho Eterno
4-      Bispo Cerino ferro – Presidente do Comep
Católico:
1-      Padre Reginaldo Manzotti
2-      Padre Valdemar Oliveira dos Santos, representante das Paróquias da Região Metropolitana.
3-      Padre Chequin , representando a Diretoria da CNBB.
Todas as ações cristãs pela família serão realizadas em conjunto

Departamento Jurídico:
1-      Dr.Salomão Pamplona Advogado  
2-      Dr. .Hanauer -Advogado

Departamento  de políticas  Públicas
  1. Senadora -Gleise Hoffman 
  2. Secretário -Hamilton Klein, Secretário Anti-Drogas Municipal.
  3. Pastor deputado  Marco Feliciano
  4. Vereador -Valdemir Soarez
  5. Vereadora- Noemia Rocha
  6. Deputada Estadual -Mara Lima
  7. Deputado Estadual -Edson  pratzick
  8. Deputado  federal Ratinho Junior
  9. Deputado Federal André  Zacharovisk
  10. Deputado Federal Takayama
Conselho
2-      Chico Uberaba - 
3-      Isaias Rodrigues Porto, assessor do Pastor José Pimentel, Assembléia de Deus.
4-      Francisco Cesar Farah, auditor fiscal do Estado do Paraná e assessor do Deputado Federal: Fernando Francisquini.
5-      Sertório Augusto Rodrigues, Igreja Evangelho Eterno.
6-      Isaias Rodrigues Porto, assessor do Pastor José Pimentel, Assembléia de Deus.
7-      Pastor Gary Haynes,da Igreja Cristo para as Nações
8-      Odalbor Ferreira Alves- Presidente da ACIAPAR- de Pontal do Paraná  
   
Estamos angariando simpatizantes para nossa campanha quem quiser participar da comissão, enviar e-mail para   maconhanao.gmail.com

Sigam nosso Blog   maconhanao.blogspot.com  enviem
contribuição para serem postadas.



terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Na Califórnia, a legalização da maconha é derrotada - Saúde - Notícia - VEJA.com

Na Califórnia, a legalização da maconha é derrotada - Saúde - Notícia - VEJA.com

CAMPANHA CONTRA LEGALIZAÇÃO DA MACONHA: Psquiatra Pablo Roig alerta para os riscos da maco...

CAMPANHA CONTRA LEGALIZAÇÃO DA MACONHA: Psquiatra Pablo Roig alerta para os riscos da maco...: "Psquiatra Pablo Roig alerta para os riscos da maconha, droga proibida no BrasilPsiquiatra Pablo Roig descreve os riscos da maconha no livro ..."

É fato que a maconha pode ter aplicações terapêuticas?

Drauzio - É fato que a maconha pode ter aplicações terapêuticas?
Anthony Wong – Tempos atrás se defendeu a aplicação terapêutica da maconha. Ela ajudava a diminuir a pressão do globo ocular dolorosa nos casos de glaucoma e acalmava os vômitos que se seguiam às aplicações de quimioterapia. Nos últimos anos, porém, a indústria farmacêutica lançou no mercado vários medicamentos que, além de efeitos clínicos superiores aos da Cannabis sativa, apresentam a vantagem de não criar dependência nem provocar lesões neurológicas.
Na Califórnia (EUA), por exemplo, era permitida a prescrição da maconha para fins terapêuticos. No entanto, diante das evidências levantadas por grupos de pesquisa norte-americanos respeitados mundialmente, que não conseguiram comprovar a presença de uma substância com tais poderes, a Suprema Corte Americana cassou essa autorização.

Drauzio - Quanto tempo dura o efeito da maconha?
Anthony Wong - Isso é difícil de mensurar porque varia de indivíduo para indivíduo. No caso dos pilotos, durou mais de doze horas. Imagina-se que o efeito sedativo e o alucinógeno durem talvez uma hora ou duas. No entanto, há relatos de que já tenha durado perto de três ou quatro horas.
É interessante destacar que o mesmo cigarro de maconha fumado por várias pessoas provoca reações diferentes em cada uma delas. Apesar do teor de THC presente na droga ser o mesmo, algumas nada sentem. Tal evidência nos obriga a admitir a influência da sensibilidade pessoal na duração e intensidade do efeito. Talvez essa constatação permita explicar certas alterações de comportamento nos casos em que a substância alucinógena não foi identificada na droga.

Drauzio - Hoje é comum encontrar usuários saudosistas que se referem à maconha como produto de melhor qualidade no passado. Isso tem alguma relação com a capacidade de tolerância do indivíduo?
Anthony Wong – Todas as drogas que agem sobre o sistema nervoso central acabam desenvolvendo uma capacidade de tolerância a seus efeitos farmacológicos. É importante lembrar que há alguns anos a maconha era de fato proibida. Maconheiro era palavra pesada, equivalente a seqüestrador ou estuprador nos dias atuais. Hoje, porém, numa festa de jovens, quem não fuma maconha é quadrado ou está fora de sintonia com o resto do grupo. Isso me leva a pensar que a proibição, a ilegalidade, a não aceitação social, davam mais sabor ao consumo da maconha.

Drauzio - Nos Estados Unidos, foi constatado aumento no teor de THC nos últimos anos. No entanto, ”maconheiros” desde a década de 1960 afirmam que naquele tempo, sim, a droga era boa, embora a concentração de THC fosse menor. O efeito das doses iniciais é mais forte?
Anthony Wong – Pessoalmente, acredito que a droga do passado parecia melhor por duas razões diferentes. Uma é a taquifilaxia, ou seja, a resistência adquirida aos efeitos da droga requer que o usuário exija doses com concentrações maiores de seu elemento ativo. O outro é o fato de a ilegalidade tornar mais atraente o consumo.
Estabelecer distinção entre eles é tarefa bastante difícil, mas vários estudos mostram que o efeito psicológico tem grande peso no momento do consumo. Quando se é jovem, tudo é novidade e as experiências adquirem sabor especial. Talvez, por isso, a droga do passado parecia melhor.


http://www.drauziovarella.com.br/

Drauzio – Pode-se concluir, então, que a distinção entre dependência física e psicológica é meramente semântica?

Drauzio – Pode-se concluir, então, que a distinção entre dependência física e psicológica é meramente semântica?
Anthony Wong – Esse é um ponto crucial. Algumas substâncias levam à dependência física, enquanto outras podem provocar dependência psíquica, mas isso não faz a menor diferença. Vício é vício e é preciso pensar nas conseqüências que dele resultam. Muitos dos jovens que fumam maconha condenariam a atitude do homem que expõe a família à mingua porque perde dinheiro nas corridas de cavalo. No entanto, quando dirigem o carro ou a moto sob o efeito de droga, não se abalam com a idéia de estarem agindo do mesmo modo que o viciado em jogos.
Minha experiência com os jovens, que desafiei a suspender o uso da maconha por 90 dias, provou que nenhum deles conseguiu abandonar a droga como imaginava. Será que todos eram apenas dependentes psicológicos?

http://www.drauziovarella.com.br/ExibirConteudo/896/drogas-ilicitas/pagina2/efeitos-do-thc

Quais os efeitos do THC sobre o organismo?

Drauzio – Quais os efeitos do THC sobre o organismo?
Anthony Wong –
Vários estudos já demonstraram que, dependendo da freqüência e da intensidade de uso, o THC pode afetar a função neuronal, comprometendo diversas funções cerebrais.
Sua ação é semelhante à do álcool. Se o indivíduo beber duas ou três doses de um destilado qualquer, perderá a capacidade de dirigir um automóvel. Com a maconha acontece o mesmo. Teste realizado com dez pilotos profissionais de aviões demonstrou como a droga interfere na coordenação. Em abstinência, valendo-se de um simulador de vôo, todos pousaram tranqüilamente um Boeing 737 numa pista. Quinze minutos depois de terem fumado um cigarro de maconha com 3% ou 4% de THC, nenhum conseguiu pilotar o avião a contento. O erro médio de pouso foi de dez metros para a direita ou para a esquerda, o que em terra poderia ter causado acidente de graves proporções. Uma hora depois, nova
tentativa e o erro em metros se manteve. Só depois de quatro horas, ele diminuiu para 7 ou 8 metros. Repetido o teste doze horas mais tarde, menos da metade dos pilotos conseguiu controlar o avião e o restante só o fez, dentro das normas satisfatórias de segurança, 24 horas após ter usado a droga.
Quem defende que maconha não faz mal, deve estar atento ao que acontece nos Estados Unidos e em certos países da Europa, onde o controle é mais severo. Se uma pessoa causar ou sofrer um acidente, será submetida a um teste para aferir não só o nível de álcool, mas também o de outras drogas no sangue. Nesses países, a punição para os infratores é cadeia na certa.
Portanto, é importante ressaltar que a maconha afeta a capacidade de raciocínio, de coordenação e a memória. Além disso, e principalmente, compromete a responsabilidade diante de comportamentos que tragam prejuízos para os outros e para o próprio usuário.

http://www.drauziovarella.com.br/ExibirConteudo/896/drogas-ilicitas/pagina2/efeitos-do-thc

Como a maconha age no corpo de quem fuma?

Drauzio Como a maconha age no corpo de quem fuma?
Anthony Wong – A maconha é extraída de uma planta de origem oriental, cujo cultivo se espalhou pelo mundo inteiro. Existem relatos muito antigos a respeito de sua existência na China, na Europa e nas Américas.
A Cannabis Sativa (nome científico da maconha) produz o THC (tetraidrocanabinol), cuja ação se manifesta basicamente no sistema nervoso central. Trata-se de uma substância alucinógena, depressora do sistema nervoso, ou seja, que não é estimulante, mas altera as reações das pessoas. Muitas delas, depois de terem fumado um baseado e sob o efeito do THC, são capazes de cometer um assalto, porque perderam o controle sobre a inibição dos gestos violentos e, em seguida, dormir profundamente.

Drauzio Maconha vicia?
Anthony Wong – Muita gente diz que maconha não faz mal e não vicia. Afirma que a dependência é apenas psicológica e que, portanto, o usuário consegue abandonar a droga quando quiser.
Quem pensa assim está enganado. Maconha vicia, sim. No meu consultório, atendo adolescentes levados por pais preocupados com o fato de os filhos estarem fumando maconha. Embora nenhum desses adolescentes se considere viciado, a todos proponho o mesmo desafio: 90 dias sem fumar um único baseado sequer. Como controle, a cada quinzena devem fazer um exame para verificar se há ou não traços de canabinol na urina. Nunca houve um que apresentasse resultado negativo. É claro que depois de certa idade, alguns trocam a maconha por outros interesses, mas infelizmente alguns a substituem por drogas mais pesadas.

Drauzio O cultivo da maconha está espalhado pelo mundo. A região em que a erva é produzida influi nas características da droga?
Anthony Wong - É bom lembrar que assim como existe uísque bom e ruim, a maconha também admite gradações na sua qualidade. A brasileira, por exemplo, é uma das piores do mundo.
Para ser considerada de qualidade, a maconha deve conter de 3% a 4% de THC e, nesse caso, pode provocar alucinações e desmaios. Em termos de lesão cerebral, o problema não costuma ser dos maiores. Por exemplo, o haxixe cultivado no Oriente Médio possui de 7% a 8% de THC e seu efeito é muito mais profundo e devastador.
Outra espécie cultivada de maconha, o Skank, possui teores de até 40% de THC. Essa literalmente frita o cérebro. Na verdade, a ação do Skank é semelhante à do LSD, droga que sabidamente acaba despersonalizando as pessoas. Parcela significativa dos que usam esse tipo de maconha não consegue retornar ao mundo real. Não é que sejam esquizofrênicos, mas a intensidade do estímulo é tão intensa que os danos tornam-se irreversíveis.
http://www.drauziovarella.com.br/ExibirConteudo/896/drogas-ilicitas/pagina2/efeitos-do-thc

Psquiatra Pablo Roig alerta para os riscos da maconha, droga proibida no Brasil

Psquiatra Pablo Roig alerta para os riscos da maconha, droga proibida no Brasil

Psiquiatra Pablo Roig descreve os riscos da maconha no livro Drogas: Atuação e Recuperação. Diretor da Clínica Greenwood, referência no tratamento de dependência química na Europa e nos Estados Unidos, o dr. Pablo Roig participa da Campanha da Jovem Pan.
Ele alerta para os efeitos da maconha, droga proibida no Brasil:
-intoxicação aguda (inicia-se em média 5 minutos após ir o canábico e dura até 4 horas).
-dilatação de pupilas
- ausência de lacrimejamento
- olhos congestionados, vermelhos
- boca seca (incapacidade de salivação)
- vermelhidão ou palidez facial
- diminuição ou aumento da freqüência de batimentos cardíacos
- dificuldade de iniciar a micção
- flacidez muscu­lar
- esquecimento ou desvalorização de situações conflitivas
- alte­ração do pensamento
-distorção de objetos e cores
- alucinações visuais
-diminuição da memória
-diminuição e distorção da atenção
-alteração da crítica e do julga­mento, principalmente em relação a si, aos próprios atos, à    própria capacidade e às consequências destes atos
-al­teração da percepção do passar do tempo e alteração para realização de tarefas que exijam coordenação motora
-no período de intoxicação subaguda, que vai de algumas horas até 24 – 48 horas após o consumo de maconha temos as seguintes alterações que se apresentam de forma mais sutil:alteração da coordenação motora, da percepção luminosa, das cores e da seqüência em que ocorrem os fatos no tempo. Alteração mais sutil da memória e atenção e mais severa da crítica e do auto julgamento.
O psiquiatra Pablo Roig afirma que maconha também desencadeia surtos psicóticos e esquizofrenia. Nas cinco clínicas que participam de Jovem Pan Pela Vida, Contra as Drogas,( Greenwood, Intervir,Conviver, Caminho de Luz e Reviva)  há registros de internação de moças e rapazes com surtos psicóticos e até esquizofrenia desencadeados pela maconha.
CAMPANHA HOJE –Jovem Pan Pela Vida, Contra as Drogas, campanha com apoio da Lincx Sistemas de Saúde, hoje, às 10h, na Fundação Bradesco, Jardim Conceição, em Osasco.Participa o terapeuta Mauro Voigt, vice-presidente da Associação Intervir. Conta a história real das drogas , moça que já foi internada por alcoolismo e dependência de maconha
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  • Pablo Roig, integrante da Campanha, é destaque em Congresso na Argentina

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  • Anthony Wong ,diretor do CEAOTOX, Centro de Assistência Toxicológica da USP.diz que maconha vicia .

    Drogas ilícitas

    Anthony Wong é médico pediatra do Instituto da Criança do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e diretor do CEAOTOX, Centro de Assistência Toxicológica da USP.

    Entrevista concedida a Drauzio Varela
    Drauzio – Quais os efeitos do THC sobre o organismo?
    Anthony Wong –
    Vários estudos já demonstraram que, dependendo da freqüência e da intensidade de uso, o THC pode afetar a função neuronal, comprometendo diversas funções cerebrais.
    Sua ação é semelhante à do álcool. Se o indivíduo beber duas ou três doses de um destilado qualquer, perderá a capacidade de dirigir um automóvel. Com a maconha acontece o mesmo. Teste realizado com dez pilotos profissionais de aviões demonstrou como a droga interfere na coordenação. Em abstinência, valendo-se de um simulador de vôo, todos pousaram tranqüilamente um Boeing 737 numa pista. Quinze minutos depois de terem fumado um cigarro de maconha com 3% ou 4% de THC, nenhum conseguiu pilotar o avião a contento. O erro médio de pouso foi de dez metros para a direita ou para a esquerda, o que em terra poderia ter causado acidente de graves proporções. Uma hora depois, nova
    tentativa e o erro em metros se manteve. Só depois de quatro horas, ele diminuiu para 7 ou 8 metros. Repetido o teste doze horas mais tarde, menos da metade dos pilotos conseguiu controlar o avião e o restante só o fez, dentro das normas satisfatórias de segurança, 24 horas após ter usado a droga.
    Quem defende que maconha não faz mal, deve estar atento ao que acontece nos Estados Unidos e em certos países da Europa, onde o controle é mais severo. Se uma pessoa causar ou sofrer um acidente, será submetida a um teste para aferir não só o nível de álcool, mas também o de outras drogas no sangue. Nesses países, a punição para os infratores é cadeia na certa.
    Portanto, é importante ressaltar que a maconha afeta a capacidade de raciocínio, de coordenação e a memória. Além disso, e principalmente, compromete a responsabilidade diante de comportamentos que tragam prejuízos para os outros e para o próprio usuário.

    Campanha Jovem Pan Pela Vida Contra as Drogas » 2010 » maio

    Campanha Jovem Pan Pela Vida Contra as Drogas » 2010 » maio

    Estudo liga uso de maconha a câncer de testículo

    Saiu na BBC.

    Um estudo feito nos Estados Unidos identificou que os usuários de maconha têm maior probabilidade de desenvolver câncer de testículo. Para chegar a essas conclusões, foram entrevistados 69 pacientes com a doença.

    Os pesquisadores descobriram que o uso frequente da droga aumenta o risco em 50% em comparação com os homens que nunca fumaram maconha. Suas respostas foram comparadas às de cerca mil homens, aparentemente saudáveis. O uso da maconha permaneceu como um claro fator de risco para o câncer.

    Segundo informações do Instituto Nacional do Câncer, a doença que afeta os testículos corresponde a 5% dos casos de tumores malignos entre os homens.  A cada 100 mil, 3 a 5 têm o problema. O câncer é mais comum em entre homens com idades entre 15 e 50 anos e tem alto índice de cura, principalmente, se for diagnosticado no estágio inicial.
    Mas, afinal...
    O QUE É A MACONHA?

    Maconha não é droga "segura", revela estudo

    Maconha não é droga "segura", revela estudo
    Publicado por Editor BRAHA On 1 de Março de 2005 (10:47 am)

    Usuários de maconha podem ter mais chances de sofrer problemas como derrames. A indicação é de um novo estudo feito na Espanha e publicado no Journal of Neurology, Neurosurgery, and Psychiatry. O aumento no risco de derrame foi verificado em estudos anteriores para jovens usuários de drogas como heroína, cocaína ou anfetaminas, mas a literatura sobre a relação entre acidente vascular cerebral e maconha é muito escassa.
    A nova pesquisa foi conduzida a partir do caso de um indivíduo de 36 anos que fora usuário da droga. O paciente não tinha histórico de uso de outros psicotrópicos e bebia apenas ocasionalmente. O primeiro incidente ocorreu após ter fumado maconha e bebido três ou quatro drinques em uma festa. A princípio, não conseguiu mais falar. Algumas horas depois, teve uma série de convulsões. Uma tomografia cerebral revelou a presença de coágulo e sangramento. O paciente recebeu tratamento e se recuperou.

    Um ano depois, em outro episódio de uso da droga, novamente foi perdida a capacidade de falar, desta vez acompanhada de uma fraqueza em um lado do corpo (hemiparesia). O exame revelou novo acidente vascular cerebral, em área diferente da anterior. O indivíduo ficou sem consumir a droga por 18 meses, até que usou uma quantidade considerável, junto com bebidas alcoólicas.

    O resultado foi a perda da capacidade de reconhecer sons, condição conhecida como agnosia auditiva. O novo derrame foi verificado pela tomografia, que também mostrou as áreas danificadas pelos episódios anteriores.

    Segundo os autores do estudo, do Serviço de Neurologia do Hospital de Galdacano, mudanças de comportamento e o aumento no risco de esquizofrenia, associados com o uso freqüente da maconha, são conhecidos, mas pouco se sabe sobre seus efeitos cardiovasculares. Apesar de o número de casos de acidentes vasculares cerebrais confirmados como associados ao uso da droga ser pequeno — 15 nos Estados Unidos –, os pesquisadores afirmam que os riscos não devem ser menosprezados.

    “A maconha não é uma droga segura como muitos acreditam. Novos estudos são necessários para esclarecer o papel da Cannabis como um fator de risco de derrames”, dizem os autores.

    Fonte: AE (Agência Estado)
    Artigo retirado de BRAHA - Brasileiros Humanitários em Ação - http://www.braha.org/pt
    URL do artigo: http://www.braha.org/pt/medicina-saude/44

    segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

    Califórnia vota contra a legalização da maconha

    Por Mary Milliken
    LOS ANGELES (Reuters) - Eleitores da Califórnia rejeitaram através de uma votação na terça-feira a possibilidade de o estado se tornar o primeiro dos Estados Unidos a legalizar a maconha para o uso recreativo.
    O país voltou sua atenção à votação da chamada Proposta 19 pois a legalização da droga deixaria a Califórnia em desacordo com as leis federais, e o governo do presidente Barack Obama já havia garantido que continuaria a processar pessoas no Estado por porte e cultivo de maconha.
    Uma medida dissidente da Califórnia também poderia inspirar outros Estados, como ocorreu no uso medicinal da maconha.
    Em 1996, a Califórnia liderou a nação com um referendo aprovando o uso da maconha para fins medicinais e outros 13 Estados acabaram aprovando a medida.
    A aprovação da Proposta 19 também teria um impacto financeiro, pois abriria caminho para que os governos locais regulamentassem os "negócios" ligados à maconha, incluindo o cultivo comercial e a cobrança de impostos.
    Defensores da legalização argumentavam que o fim da criminalização do porte de maconha liberaria recursos destinados à polícia e ao sistema judiciário, e seria um golpe aos cartéis de drogas, como ocorreu quando a proibição do álcool nos anos 1930 foi anulada, derrubando o comércio ilegal da bebida pelo crime organizado.
    Grupos que apoiam a medida também pediram que eleitores considerassem a receita gerada pelo comércio da maconha, estimando 14 bilhões de dólares em vendas anuais ao Estado, receita que poderia ser tributada, especialmente no momento em que a Califórnia vive um profundo déficit orçamentário.
    Mas com quase metade dos votos apurados, 56 por cento dos californianos votaram "não" e 44 por cento, "sim".

    Psicóloga Carmelita Rodrigues- Brasília DF -Fala Porque é contra a legalização da maconha

    Sou contra a legalização da maconha. O fato de o cigarro e o álcool serem “legais” não impediu que milhares de vida se perdessem. Foi, sim, um facilitador para o consumo dessas drogas, igualmente nocivas. A legalidade permitiu a apologia do cigarro. Milhões de dólares foram investidos em marketing para convencer as pessoas de que fumar era charmoso e estava associado ao sucesso,  o que arrebanhou milhões de usuários. Tampouco acho que ailegalidade da venda e da compra da maconha seja a causa dos crimes cometidos por traficantes ou usuários em estágio avançado de adoecimento.
    Uma paciente me contou ontem que era a favor da legalização da maconha. E disse que fumava pouco porque aqui em Brasília era difícil pra ela conseguir a droga. Olhei para ela com “cara de coisa nenhuma” e perguntei: “se você, estudante de Medicina,  pessoa que conhece bem os efeitos nocivos da maconha sobre o organismo humano, me diz que  usa e que usaria muito mais se fosse fácil conseguir, porque é favorável à legalização? Mais pessoas vão usar e adoecer, se for mais fácil conseguir.” Ela respondeu-me : “É, olhando por esse lado… não tinha pensado assim.”
    Mas, resumidamente, eu sou  contra a legalização da maconha por causa da natureza humana. O comunismo também não deu certo por causa da natureza humana. Me refiro às diferenças entre as pessoas.Os seres humanos são diferentes, tem potencialidades, motivações e reações diferentes. Inclusive respostas orgânicas diferentes. Uma pessoa pode ser capaz de fumar maconha com moderação, sem roubar ou matar para conseguir dinheiro para comprar a droga, sem ser “dominada” pelo vício por ser orgânica e psicologicamente mais resistente ou mais “organizada”, mas isso não acontece com todos. Há aqueles que serão tragados pelo vício, terão a saúde e a vida como um todo destruída pelo vício. Por serem mais frágeis. As pessoas têm histórias de vida diferentes, têm complexos psicológicos que atuam em suas vidas de modo diverso, suscetibilidades que podem ser agravadas com o uso de certas substâncias.
    A uniformização é sempre burra quando se trata de seres humanos. E acreditem, a maioria da população é formada por pessoas mais frágeis; são poucos os mais resilientes ou mais esclarecidos. Não se sabe se essas diferenças devem ser atribuídas a diferentes estágios de evolução espiritual, como preconizam os espíritas, ou se decorrem das combinações aleatórias de genes. O fato é que elas são reais. Legalizar a maconha causaria um estrago fenomenal sobre as pessoas mais frágeis que hoje não fumam e sobre as que fumam pouco.
    Sendo o Estado responsável por contornar os desequilíbrios, regular os conflitos de interesses, deve pensar nas pessoas mais frágeis. Deve proibir o consumo de qualquer coisa potencialmente capaz de adoecer as pessoas ou arrastá-las à marginalidade. Aqui no DF, alguns anos atrás o governo local resolveu investir pesado em programas de combate ao tabagismo. Por causa da contabilidade. O custo com o adoecimento de pessoas fumantes era elevadíssimo. Superava em muito o retorno em forma de impostos (do contrário nunca fariam isso!) Foram sancionadas leis proibindo o cigarro em shopping centers, faculdades e qualquer lugar fechado. Tomar um cafezinho no Parkshopping e depois fumar um cigarrinho conversando potocas com as amigas foi riscado da lista de entretenimento. Ou seja: a legalização de substâncias nocivas custa caro também em termos financeiros, para o Estado e, consequentemente, para a população.
    Não atribuo a culpa pela violência urbana no Rio, em São Paulo ou outros locais dominados pelos traficantes aos usuários nem à ilegalidade da droga. Se a maconha fosse liberada, os “bandidos” que hoje aterrorizam a população encontrariam caminhos para continuar ganhando dinheiro com ela e continuariam “substituindo” o Estado em atribuições deste. E continuariam a fazer aliança com políticos e gestores públicos corruptos contra o povo. Nesse ponto sim reside a causa da violência, a corrupção e  inoperância do Estado, que deixou o mal crescer, unindo representantes dos governos e traficantes visando sempre o lucro. A legalização ou  a “não repressão” ao uso e comércio da droga, como preferem dizer os defensores da idéia, mudaria o quê? Seriam traficantes com aprendizado de práticas criminosas a brigar pelo lucro da maconha – briga legalizada. E mais pessoas morreriam, mais famílias seriam desestruturadas pelo vício. Nunca meça as “respostas” dos outros pelas suas. Isso é reducionismo.
    E nunca tente convencer profissionais de saúde de que a maconha é inócua, que não faz mal porque NÓS ATENDEMOS MUITAS PESSOAS ADOECIDAS PELA MACONHA.

    quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

    “Tenho visto usuários de drogas de 18 anos ou mais que quando se livram da maconha começam a brincar com miniaturas de carros ou bonecas”.



    O Dr. Mitchell Rosenthal, diretor do Phoenix House, de Nova York (*), a maior instituição de tratamento de usuários de drogas dos EUA, enuncia, como que referendando o alerta do Dr. Roig, que “inúmeros adolescentes e jovens não vão amadurecer como deveriam, não terão os ganhos intelectuais que deveriam ter nos seus anos de crescimento, não se tornarão os cidadãos produtivos e capazes de que a sociedade precisa”. E o uso de maconha colabora decisivamente para isso. Para ilustrar, o Dr. Mitchell tira do jaleco uma conclusão extraída de pesquisas americanas que demonstram que “crescem as evidências de que, entre os adolescentes e os jovens, a maconha é uma das maiores causas de problemas psiquiátricos que os EUA vêm enfrentando”. Corroborando a assertiva do médico, o NIDA — National Institute of Drug Abuse (Instituto Nacional de Abuso de Drogas, dos EUA) informa que “a cada ano, aproximadamente, 60 mil pessoas, a maioria jovens brancos que vivem com os pais, procuram tratamento para problemas relacionados ao uso da maconha; esse tratamento, geralmente ambulatorial, dura quatro meses em média, registrando um índice de retorno de cerca de 20%.”
    Entorpecidos pela ação da maconha e drogas acessórias, o adolescente poderá fazer emergir uma pessoa com conceitos distorcidos. O cérebro, espremido e afetado por anos de uso das drogas, buscará referenciais dos momentos em que não estava afetado, levando o usuário a comportamentos incompatíveis com sua idade. Ele simplesmente pára de amadurecer e crescer no momento em que começa a se drogar. O Dr. Jason Baron, diretor médico do Hospital “Deer Park”, de Houston, EUA (*), que trata exclusivamente de usuários de drogas na idade de 14 a 25 anos, relata: “Tenho visto usuários de drogas de 18 anos ou mais que quando se livram da maconha começam a brincar com miniaturas de carros ou bonecas, tentando retornar ao tempo que não tiveram ou conheceram; felizmente, com tratamento adequado, pode-se ensinar-lhes certas habilidades que lhes permite recapturar a falta dos anos da infância ou adolescência perdidos”.
    O Dr. Roig postula uma tese mais sombria quando afirma que a sociedade de hoje, por estar saturada, está descuidando das novas gerações. “Quando há saturação, a sociedade começa a machucar as novas gerações”. Ele fala de permissividade. É como se fosse a lei da evolução natural. A falta de controle dá raízes esquálidas e imaturas, mas abundantes, a uma geração que não está muito preocupada em herdar bons valores, não se agredir e nem aos outros. São essas pessoas, sem o menor verniz de cidadão (até porque, no caminho em que se encontram, não sabem o que é cidadania), que moldarão as próximas gerações. “Podemos prever o crescimento de uma população de imaturos, adultos não qualificados, vários deles incapazes de viver sem um suporte social, econômico e clínico; com o tempo, teremos um número inimaginável de cidadãos emocional, social e intelectualmente deficientes”, sinaliza o Dr. Rosenthal. Será que devemos assistir passivamente aos herdeiros desse mundo bebendo, fumando, injetando e inalando a morte em nome de uma individualidade torturada e entortada pelas drogas?

    -Içami Tiba -

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