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domingo, 5 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Mais adolescentes viciados em maconha na Holanda
Mais adolescentes viciados em maconha na Holanda
| Por Rob Kievit
A quantidade de jovens holandeses menores de 18 anos viciados em maconha está aumentando. Muitos deles começam a fumar aos treze anos de idade.
O problema é tão sério que muitos vão parar em clínicas de reabilitação. Os jovens fumantes têm conflitos com os país, abandonam os estudos e muitos são conhecidos pela polícia por roubarem para sustentar o vício.
Uma pesquisa realizada pela produtora de televisão pública holandesa NOS revelou que, no ano pasado, três clínicas especializadas em desintoxicação acolheram 370 adolescentes viciados em maconha. Desde 2002, a quantidade de jovens viciados quadruplicou e estão sendo construídos outros três centros de tratamento na Holanda para atender ao aumento da demanda.
Variante forte
Uma das razões para o aumento do vício é a quantidade de THC na droga, o ingredidente ativo do cânhamo. Os produtores criam variedades resistentes da planta, o que faz aumentar o THC da maconha. O Instituto Jellinek Clinic para dependentes de droga mostra que, em 2000, a variante ‘netherweed’ (canabis holandesa) continha 8,6% de THC, enquanto em 2002 o índice era de 15,2 %. Resumindo, a toxidade praticamente duplicou e seu efeito alucinógeno era muito mais forte do que a "droga branda" que os pais dos jovens viciados de hoje recordam do tempo da juventude deles.
Uma das razões para o aumento do vício é a quantidade de THC na droga, o ingredidente ativo do cânhamo. Os produtores criam variedades resistentes da planta, o que faz aumentar o THC da maconha. O Instituto Jellinek Clinic para dependentes de droga mostra que, em 2000, a variante ‘netherweed’ (canabis holandesa) continha 8,6% de THC, enquanto em 2002 o índice era de 15,2 %. Resumindo, a toxidade praticamente duplicou e seu efeito alucinógeno era muito mais forte do que a "droga branda" que os pais dos jovens viciados de hoje recordam do tempo da juventude deles.
O consumo de maconha ocorre em toda a Holanda. Em agosto, a agência governamental de estatísticas publicou uma pesquisa mostrando que metade dos homens adultos entre 20 e 25 anos, e um terço das mulheres da mesma idade, haviam fumado pelo menos uma vez na vida. Dessa população, uma de cada dez mulheres fumava regularmente desde a adolescência. De cada dez homens, dois eram fumantes de maconha.
Desde os nove anos
"Ocasionalmente, algum dos jovens viciados havia fumado seu primeiro cigarro aos nove anos, no pátio do colégio", explica o jovem assistente social Eric de Vos à produtora de televisão NOS. "A maioria dos fumantes de maconha se droga por uma razão: como automedicação para conciliar facilmente o sono ou para fugir de problemas ou conflitos na família ou na escola."
"Ocasionalmente, algum dos jovens viciados havia fumado seu primeiro cigarro aos nove anos, no pátio do colégio", explica o jovem assistente social Eric de Vos à produtora de televisão NOS. "A maioria dos fumantes de maconha se droga por uma razão: como automedicação para conciliar facilmente o sono ou para fugir de problemas ou conflitos na família ou na escola."
Reabilitação
Na clínica Bauhuus, na região de Groningen, no norte do país, os adolescentes internos, entre 13 e 18 anos, recebem tratamento que demora de seis a nove meses. A terapia inclui o corte da dependência da droga.
Na clínica Bauhuus, na região de Groningen, no norte do país, os adolescentes internos, entre 13 e 18 anos, recebem tratamento que demora de seis a nove meses. A terapia inclui o corte da dependência da droga.
"Eu fumava sete ou oito cigarros por dia; era muito para minha idade", confessa Lisa, de 16 anos, internada no centro. "Também bebia muito, mas o vício principal era a maconha. Meus pais se divorciaram quando eu tinha treze anos e não superei a separação. Reprimia a tristeza fumando. Não fui capaz de abandonar o cigarro porque a droga é mais viciante do que se imagina. A gente fica indolente, deixa de ir à escola, de praticar esportes, gera conflitos em casa e leva à perda da educação e respeito. Muda a personalidade”. Lisa assegura que sua permanência na clínica Bauhuus realmente está ajudando a recuperar de novo o controle da própria vida.
Aprender, ou voltar a aprender, atitudes sociais é essencial para se manter na clínica. Os adolescentes aprenden a se comportar em grupo e como evitar a recaída no vício. Eles ensinam ainda a controlar as emoções reprimidas durante a dependência da droga e oferecem terapia familiar. Esportes e estudos regulares são parte do programa para se livrar da dependência.
FONTE : http://www.rnw.nl/portugues/article/mais-adolescentes-viciados-em-maconha-na-holanda#comment-88200
Deputado Federal Marco Feliciano /SP entra na campanha MACONHA NÃO
Dep. Federal Pr. Marco Feliciano é contra legalização da Maconha
No dia 18 de abril o Deputado Federal Pastor Marco Feliciano fez uso de suas palavras e seu conhecimento para pronunciar toda a sua preocupação com a manifestação da vontade de um parlamentar em legalizar o uso da maconha.
O deputado que é pastor, usou argumentos que são cruciais para a não legalização da Maconha, pois a mesma causa séria dependência, sendo necessário tratamento do dependente.
Acompanhe abaixo o pronunciamento na integra.



O deputado que é pastor, usou argumentos que são cruciais para a não legalização da Maconha, pois a mesma causa séria dependência, sendo necessário tratamento do dependente.
Acompanhe abaixo o pronunciamento na integra.



terça-feira, 31 de maio de 2011
Cientistas alertam que efeito deve ser ponderado contra qualquer possível benefício do uso da maconha para fins medicinais
Maconha prejudica habilidades cognitivas de pacientes com esclerose múltipla
Cientistas alertam que efeito deve ser ponderado contra qualquer possível benefício do uso da maconha para fins medicinais
Uso de maconha pode trazer prejuízos intelectuais para pacientes com esclerose múltipla (MS). A descoberta é de pesquisadores da American Academy of Neurology, dos Estados Unidos.
Alguns ensaios clínicos têm relatado benefícios da maconha no alívio da dor, da disfunção da bexiga e da espasticidade em pacientes com esclerose múltipla, mas resultados do estudo mostram que prejuízos cognitivos da droga foram mais aparentes.
Os pesquisadores estudaram dois grupos de 25 pessoas com idades entre 18 e 65 anos com MS.
Um grupo consumiu maconha e os outros não relataram uso de maconha por muitos anos. Testes de urina foram utilizados para confirmar o uso ou não da droga.
Os grupos foram divididos de modo que não haveria diferenças significativas, devido à idade, sexo, nível de escolaridade, QI antes do diagnóstico, o nível da deficiência e da duração do tempo com MS.
Em média, a duração do uso da maconha foi de 26 anos. Um total de 72% dos usuários relatou fumar maconha diariamente, enquanto 24% relataram o uso semanal e uma pessoa relatou uso bi-semanal.
As habilidades cognitivas dos participantes foram testadas. A pesquisa descobriu que pessoas que usaram maconha tiveram desempenho significativamente pior em relação à atenção, velocidade de pensamento, função executiva e percepção visual.
"Dado que cerca de 40% a 60% dos pacientes com MS têm problemas com a função cognitiva, para começar, qualquer droga que possa aumentar esta carga é motivo de preocupação", disse o autor do estudo, Anthony Feinstein. "Este estudo fornece evidência empírica de que o uso prolongado de maconha inalada ou ingerida em pacientes com esclerose múltipla está associada a um pior desempenho cognitivo, e esses efeitos devem ser ponderados contra qualquer possível benefício do uso da maconha para fins medicinais."
FONTE: SAUDE NET
Estudo desvenda como maconha afeta processamento de informação emocional
Resultados também explicam a possível relação entre o uso de drogas cannabinoides e a esquizofrenia
Pesquisadores da Universidade de Western Ontario, no Canadá, identificaram uma via crítica do cérebro responsável pelos efeitos da maconha sobre como o cérebro processa a informação emocional.
Resultados também ajudam a explicar a possível relação entre uso de maconha e a esquizofrenia.
O líder do estudo, Steven Laviolette e sua equipe descobriram que a ativação de receptores de canabinoides diretamente em uma região do cérebro chamada amígdala pode influenciar fortemente a importância da informação emocional e os processos de memória. A droga também aumentou dramaticamente os padrões de atividade dos neurônios em uma região conectada do cérebro chamada córtex pré-frontal, que controla tanto a forma como o cérebro percebe o significado emocional das informações sensoriais recebidas e a força de lembranças associadas a estas experiências emocionais.
"Estes resultados são de grande relevância clínica dada a evidências recentes que sugerem que a exposição à maconha durante a adolescência pode aumentar a probabilidade de desenvolver esquizofrenia mais tarde na vida", disse Laviolette. "Nós sabemos que há anormalidades na amígdala e no córtex pré-frontal em pacientes que têm a esquizofrenia, e agora sabemos que essas mesmas áreas do cérebro são fundamentais para os efeitos da maconha e outras drogas canabinoides sobre o processamento emocional."
Além disso, a equipe de Laviolette identificou um novo caminho cerebral pelo qual medicamentos que atuam sobre o sistema canabinoide podem distorcer a importância emocional da informação sensorial recebida que por sua vez pode levar a efeitos psicóticos secundários, tais como paranoias, associadas ao uso de maconha.
O desenvolvimento de compostos farmacológicos, e o uso de alguns já existentes, que bloqueiam ou modificam este caminho pode ajudar a controlar episódios psicóticos. Eles também poderiam ser usados para ajudar os pacientes com Transtorno de Estresse Pós-Traumático, que têm dificuldade em controlar o ressurgimento de eventos altamente emocionais em sua memória.
FONTE :http://www.isaude.net/
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Debate Tela UN 27.05.11 Bloco 3
Coordenadora da Campanha nacional contra a legalizacao da maconha Psicóloga Marisa Lobo em debate na TV Positivo
domingo, 29 de maio de 2011
Legalizar maconha não enfraquece crime organizado no Brasil , diz representante da ONU
Representante defende que país ajude vizinhos a combater o tráfico de drogas
Marina Novaes, do R7, em Belo Horizonte
Embora as drogas sejam uma das principais fontes de renda do crime organizado, a descriminalização da maconha não deve enfraquecer facções criminosas como o PCC (Primeiro Comando da Capital), de São Paulo, e o Comando Vermelho, do Rio de Janeiro. É o que diz Bo Mathiasen, representante da UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes), da ONU (Organização das Nações Unidas).
O dinamarquês foi um dos palestrantes desta quinta-feira (6) do 1º Simpósio Sul Americano de Políticas Sobre Drogas, em Belo Horizonte. Em entrevista após o evento, ele defendeu a manutenção da proibição da maconha devido ao “mal que ela pode causar” no corpo, mas minimizou a importância deste entorpecente no crime organizado.
- O crime organizado não existe em função da maconha. [...] Legalizar a maconha não vai trazer impacto nenhum sobre as facções criminosas.
O tema não encontra consenso entre os especialistas que participaram do encontro. A descriminalização da maconha, porém, já tem alguns defensores famosos no meio político, como o ex-ministro do Meio Ambiente Carlos Minc e o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso.
De acordo com o último relatório da ONU sobre o consumo mundial de drogas, divulgado em junho de 2009, a maconha ainda é o entorpecente ilícito mais consumido no mundo, já tendo sido usado por cerca de 3% da população mundial.
Enfrentamento
Para o representante da ONU, embora o Brasil tenha evoluído muito em relação ao combate ao tráfico de drogas, o governo federal deve investir em políticas públicas relacionadas ao tema em países da fronteira, como o Paraguai, porta de entrada de grande parte das drogas que chegam ao país.
- Para combater a droga e melhorar a segurança da região, o Brasil deve ajudar os países vizinhos a enfrentar o problema, pois é um líder regional.
Vedete da discussão sobre drogas no país, o crack não figura entre as drogas ilícitas mais consumidas do mundo, aponta a ONU. O representante do órgão, porém, alerta para a necessidade de se desenvolver políticas próprias para o combate a esse entorpecente e defende a ampliação de pesquisas sobre o tema.
O dinamarquês elogiou a instalação das Unidades de Polícias Pacificadoras em comunidades do Rio.
- É difícil dizer qual modelo seguir, mas ideias como essa são muito positivas. O Brasil está no caminho certo, mas tem o desafio de não deixar que esses bolsões de violência, onde existem um “poder paralelo”, continuem a crescer.
O próximo relatório da ONU sobre o consumo de drogas no mundo – no qual serão apresentados diversos dados sobre o Brasil – está previsto para ser lançado em 25 de junho deste ano. O simpósio continua até sábado (8).
*A jornalista viajou a convite da Assembleia Legislativa de Minas Gerais
FONTE R7
É Verdade que a Maconha não Vicia?
Autor: Içami Tiba, conferencista, escritor, médico, orientador educacional, psicodramatista, psicoterapêuta e psiquiatra brasileiro. Famoso especialista no aconselhamento e terapia de jovens com problemas e suas famílias.
É mentira. A maconha vicia e provoca dependência psicológica. Com base num levantamento, feito para se saber quantos se viciam após experimentarem drogas, ficou constatado que 50% dos que provaram maconha ficaram viciados, isto é, de cada dez pessoas que experimentam maconha, cinco acabam viciadas nela.
Cada droga apresenta um índice conhecido como Poder Viciante da Droga. No caso da maconha existe um poder viciante de 50%; da cocaína, de 80%; do crack, da heroína e da morfina há um poder maior que 80%.
É preciso considerar ainda que 14% da população em geral é suscetível a algum vício. Se somarmos o poder viciante da droga com o Fator Viciável da pessoa, dificilmente esta escapará ao vício, se experimentar drogas viciantes.
A afirmação de que a maconha não vicia vem do próprio canabista (pessoa que fuma a Cannabis Sativa, nome científico da planta de que se extrai a maconha). Em geral, ninguém gosta de admitir que está viciado, pois isso significa estar submetido à droga. Não importa a freqüência; se a pessoa não resiste passar sem a droga e foi dominada pelo desejo de consumi-la, já está viciada. É claro que quanto mais freqüente for o uso e mais pesada for a droga, mais grave é o vício. Porém, para continuar alimentando a vaidade pessoal e a auto-estima, o viciado costuma afirmar: "eu paro quando eu quiser". Mentira - Para ele mesmo e para os outros, porque geralmente todos os viciados querem parar com o vício, mas poucos conseguem. São os que não conseguem parar que usam o argumento de que maconha não vicia.
A medicina já comprovou que a maconha produz uma dependência psicológica. Sua dependência física é que não está comprovada. Só se sabe que alguns canabistas apresentam uma discreta síndrome de abstinência, demonstrando assim a existência de certa dependência física. (Síndrome de abstinência é o conjunto de sintomas pela falta de droga(s) num organismo acostumado a ela(s).
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